Margarida Talapa defendeu o reforço das instituições e da paz durante a abertura da 15.ª sessão intercalar da AP-CPLP em Luanda.
Construção de consensos e paz na CPLP
A presidente da Assembleia da República de Moçambique, Margarida Talapa, defendeu hoje a relevância dos parlamentos lusófonos. Ou seja a responsável afirmou que estas instituições devem atuar como construtoras de consensos e parceiras na promoção da paz e da segurança. Portanto a líder reforçou que a transparência e a proximidade com o cidadão consolidam os pilares da democracia no bloco. Além disso Talapa discursava na qualidade de presidente em exercício da Assembleia Parlamentar da CPLP.
Celebração dos 30 anos da comunidade
A reunião em Luanda assinala também os 30 anos da criação da CPLP, celebrados a 17 de Julho. Ou seja a presidente em exercício sublinhou o espírito de fraternidade que une os povos de língua portuguesa. Portanto Moçambique, que lidera o órgão no atual biénio, reafirmou o compromisso com a democracia, os direitos humanos e o Estado de direito. Então o encontro reforça os laços entre países com percursos e geografias distintas.
Resposta a desafios globais e complexos
O tema central da sessão aborda a governação democrática, a segurança e a integridade institucional. Ou seja a deputada moçambicana apelou a uma reflexão profunda sobre o terrorismo, as mudanças climáticas e as desigualdades sociais. Portanto a cooperação parlamentar surge como resposta estratégica para fortalecer a resiliência dos Estados-membros. Além disso o diálogo franco entre as nações pretende construir soluções concretas para o futuro.
Agenda de trabalhos na capital angolana
Os trabalhos em Luanda prolongam-se até sexta-feira com várias reuniões especializadas. Ou seja o evento junta representantes dos países membros, incluindo o presidente da Assembleia da República portuguesa, José Pedro Aguiar-Branco. Portanto os participantes debatem propostas para melhorar a fiscalização parlamentar e o desenvolvimento sustentável. Então a Rede de Mulheres Parlamentares e os grupos nacionais integram ativamente as discussões.






