A nomeação encerra o mandato de dez anos de Rogério Zandamela e reconduz a liderança da autoridade monetária central.
A Substituição na Liderança do Banco Central
O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, nomeou Waldemar Fernando de Sousa para o cargo de governador do Banco de Moçambique. Neste sentido, a decisão foi formalizada na segunda-feira, 31 de agosto, através de Despacho Presidencial expedido ao abrigo das competências constitucionais do Chefe do Estado. De facto, a nomeação assinala a saída de Rogério Lucas Zandamela, que cessou funções após ter liderado a autoridade monetária central ao longo de sensivelmente uma década. Além disso, a Presidência da República designou Felisberto Dinis Navalha para exercer o cargo de vice-governador da mesma instituição financeira. Por conseguinte, a posse de ambos os governantes ficou agendada para o dia 1 de setembro de 2026.
O Encerramento do Ciclo de Zandamela e a Nova Estrutura
Atualmente, a transição marca o fim de um período de forte intervenção no sistema financeiro nacional. Por exemplo, os aspetos centrais que caraterizam esta mudança na gestão bancária incluem os seguintes pontos:
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Mandato cessante: Fim do ciclo de Rogério Zandamela, nomeado pela primeira vez em setembro de 2016 e cujo segundo mandato findava em setembro de 2026
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Legado de gestão: Década assinalada por decisões de política monetária, controlo cambial, supervisão bancária e modernização dos sistemas de pagamento
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Nova vice-liderança: Entrada de Felisberto Dinis Navalha para o cargo de vice-governador do Banco de Moçambique
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Calendário institucional: Cerimónia oficial de tomada de posse agendada para terça-feira, 1 de setembro de 2026
Por essa razão, a renovação dos órgãos diretivos do banco central surge no momento em que a instituição precisa de assegurar a estabilidade macroeconómica. Paralelamente, os novos titulares preparam-se para assumir a gestão das reservas do país.
Competências e Atribuições do Novo Governador
Por outro lado, Waldemar Fernando de Sousa passa a gerir as atribuições fundamentais conferidas à instituição reguladora. Efetivamente, o novo governador assumirá a orientação das políticas monetária e cambial, além da supervisão contínua sobre as entidades bancárias a operar no mercado moçambicano. Ademais, cabe-lhe presidir ao Conselho de Administração e representar o Banco de Moçambique perante o Governo e organizações internacionais. Consequentemente, o setor financeiro aguarda com expectativa as primeiras diretrizes operacionais da nova equipa diretiva. Finalmente, a sucessão conclui um processo de transição na condução da política económica do Estado.





