Parceria visa construir 40 salas temporárias e reabilitar infraestruturas escolares afetadas pelas cheias nas províncias de Maputo e Gaza.
Resposta urgente ao impacto das cheias
O Unicef e a Save the Children disponibilizaram 1,3 milhões de euros para apoiar o setor da educação no país. Ou seja as duas organizações vão erguer 40 espaços temporários de aprendizagem nas províncias de Maputo e Gaza. Portanto a iniciativa surge para mitigar os estragos causados pelas severas inundações do início do ano. Além disso o financiamento provém do fundo internacional “A Educação Não Pode Esperar”.
Benefícios diretos para milhares de alunos
As equipas no terreno preveem executar o projeto ao longo de quatro meses. Ou seja as novas infraestruturas vão acolher diretamente cerca de quatro mil crianças nessas regiões. Portanto o plano inclui também pequenas reparações em 30 salas de aula para beneficiar mais três mil estudantes. Então a intervenção total vai abranger 40 escolas e apoiar 30 mil alunos com a entrega de materiais didáticos e kits de dignidade.
Contexto de vulnerabilidade climática
A época chuvosa em Moçambique continua a provocar pesados danos humanos e materiais. Ou seja os dados do INGD indicam que as últimas intempéries afetaram mais de um milhão de pessoas em todo o território nacional. Portanto os temporais e ciclones destruíram milhares de habitações, pontes e salas de aula. Além disso as cheias de janeiro e a passagem do ciclone Gezani agravaram a necessidade de reconstrução urgente.
Garantia de continuidade do ano lectivo
O consórcio internacional foca a sua atuação na proteção dos direitos das crianças em cenários de emergência. Ou seja a destruição de infraestruturas compromete a aprendizagem e o futuro dos jovens nas zonas rurais. Portanto a rápida disponibilização de salas temporárias evita o abandono escolar. Então a cooperação entre agências humanitárias e o Governo reforça a resiliência do sistema de ensino nacional.






