Relatório global destaca fundo rotativo em 25 cidades moçambicanas e elogia rapidez na mobilização de fundos após o ciclone Jude.
Modelo inovador e escalável de abastecimento
O Unicef destacou Moçambique como uma referência internacional em soluções de financiamento para o setor da água. Ou seja a organização elogiou o modelo de fundo rotativo implementado no país em relatório oficial de 2025. Portanto a iniciativa já beneficia 25 pequenas cidades e permitiu aumentar as ligações domiciliárias de água potável. Além disso o organismo da ONU considera a abordagem altamente escalável para outros países em desenvolvimento.
Resposta rápida a choques climáticos
O documento enfatiza a eficácia dos mecanismos de ação antecipada acionados em março de 2025 após o ciclone Jude. Ou seja os instrumentos de financiamento pré-acordado libertaram milhões de dólares em questão de minutos para assistência imediata. Portanto o Fundo Central de Resposta a Emergências disponibilizou seis milhões de dólares logo após a passagem da tempestade. Então o país dispõe hoje de dois sistemas apoiados pelo Unicef para mitigar os impactos de ciclones.
Investimento em infraestruturas e educação resiliente
A intervenção das Nações Unidas prioriza a proteção das comunidades e a continuidade do ensino. Ou seja as equipas construíram ou reabilitaram 188 salas de aula resistentes a eventos climáticos extremos em 2025. Portanto estas obras garantiram condições adequadas de aprendizagem a cerca de 18.800 estudantes nas zonas mais expostas. Além disso as respostas de emergência beneficiaram mais de 150 mil crianças com água, saneamento e materiais escolares.
Desafios globais no acesso a saneamento básico
O relatório apresenta também um alerta sério sobre o panorama mundial de água e higiene. Ou seja cerca de 2,1 mil milhões de pessoas ainda carecem de acesso a água potável gerida em segurança a nível global. Portanto os conflitos armados e as alterações climáticas continuam a degradar as infraestruturas essenciais em várias regiões. Então a instituição defende que a experiência moçambicana serve de modelo para enfrentar a volatilidade económica e a escassez de recursos.






